Na última versão tentei melhorar o uso da câmera nas cenas. Dei um tempo mais longo nos pulos da cena de calma, para dar aquela sensação que nem nos filmes de um momento em câmera lenta. Pra ser sincera, acho que ficou mais parecido com aquelas cenas em que o personagem usa droga e colocam a visão dele em câmera lenta porque ta muito chapado. Mas tudo bem ne. Vai da interpretação de cada um.
Para a cena da segurança eu abaixei a posição da câmera para tentar simular a visão de um gato. Os miados e ruídos são da minha gata, que me transmite segurança.
Queria muito ter mais tempo para dedicar a esse projeto, não ficou nada como eu imaginava que seria kkkkkkkk Espero que os próximos sejam melhores
Vídeo baseado nas emoções que foram desenhadas na atividade anterior.
Minhas emoções eram: inquietação, calma e segurança
Para a tarefa de "fazer um desenho mais expressivo do espaço", eu escolhi usar giz pastel. Os traços ficam bem rígidos e ao mesmo tempo macios. Giz oleoso é uma loucura. É bem divertido de usar, mas tenho 0 experiência (quebrei todos no processo). Queria que ficasse com uma estética meio expressionista e acho que funcionou.
O ambiente do desenho é o quarto da minha mãe. Fiz uma perspectiva de baixo tentando representar como as coisas pareciam maiores ali (agora não tanto, apesar de eu não ter crescido muito). Escolhi cores meio dramáticas para representar minha sensação. Não vou nem tentar explicar aqui porque a interpretação é a melhor parte.
Os desenhos de perspectiva feitos durante a aula de segunda:
Muito feliz que finalmente essa parte de corpo vai acabar. Não aguento mais passar vergonha.
Para finalizar, alguns frames vergonhosos da versão final com o vestível dialógico. Meu irmão me ajudou a contragosto, mas no final acabou achando muito engraçado. Gravamos umas quinhentas vezes até ficar razoável.
Para a primeira rodada, deveriam ser feitos protótipos e esquemas dos objetos de acordo com as diretrizes definidas em grupos na aula anterior.
Meu trio foi composto por: Maria Clara, Luísa César e eu.
Nossas diretrizesObjeto que restringe movimentos/sentidos em um envolvido e os amplia no outro Objeto intuitivo com "instruções" espalhadas pelo vestível Materiais diversos |
Meu primeiro comentário é que o tradutor dos textos de Flusser precisa ganhar urgentemente um dicionário de sinônimos. As palavras se repetem tantas vezes que eu me perco o tempo todo. Na verdade, acho o texto todo muito abstrato e difícil de entender. Deveria eu mesma contratar um tradutor.
Segundo comentário: os professores tentam nos dar esperanças dizendo que o texto vai clarear nossas ideias sobre o objeto vestível e fornecer alguma luz. (insira aqui emoji de palhaço). Aposto como nos comentários sobre o texto vão dizer que ele é provocativo e a provocação ajuda. Ajuda, mas eu já estava provocada pelo exercício antes. É só uma espiral de conceitos e ideias que não me leva a solução alguma (em relação ao exercício, porque a interpretação do texto é sempre relevante).
Terceiro e último comentário: embora os dois anteriores tenham parecido negativos, na realidade eu gosto de Flusser. Acho os textos dele bastante pertinentes. E esse em específico me interessou mais nas últimas páginas, quando uma reflexão sobre efemeridade dos objetos toma forma. Por coincidência, no outro curso estamos vendo uma matéria sobre sustentabilidade no design e a questão sobre o descarte e uso responsável dos objetos surge o tempo todo. Vou ler mais vezes para parecer super inteligente citando Flusser.
Acho que fazer uma performance tendo recebido as instruções previamente foi muito mais fácil e confortável do que ter que pensar sozinha nas ideias e criar algo novo. Porque se ficar ruim, bem, não é exatamente minha culpa. Eu só interpretei as instruções. E se você falar que eu interpretei errado, você vai ser cancelado na internet porque não existe interpretação errada. Como eu disse, muito mais fácil.
Mas ainda tem algo de complicação. Eu me senti totalmente perdida. Depois de ligar a câmera eu nem lembrava mais para que serviam os braços ou as pernas. O que eu faço com isso aqui mesmo? Sinceramente, minha performance não ficou nada natural. E eu não vi muito significado também. Quando eu apenas assisto, consigo imaginar significados para as ações e pensar algo mirabolante. Assistir a mim mesma na gravação foi só vergonhoso. "É assim que meu cabelo fica quando eu estou de costas?".
Agora que eu sei como é complicado performar com o corpo, faz muito mais sentido o significado de algo como aquela em que a Marina se joga várias vezes contra a parede.
Eu realmente adoro a palavra arte porque ela parece significar muito e ao mesmo tempo não quer dizer nada. Adorei a cena em que Marina pergunta se alguém já questionou nas notícias "Isso é arte?" e momentos depois aparece um trecho do noticiário onde a repórter faz exatamente essa pergunta (interessante também que isso acontece depois da crítica ao clipe da Lady Gaga, que eu fiquei o documentário inteiro achando super parecida com a Marina. Coincidência? Acho que não).
Eu me peguei fazendo essa pergunta muitas vezes ao longo do documentário (e suspeito que também a fizeram todas aquelas 750 mil pessoas na exposição). No fim, não importa muito se é rotulado como arte ou não. Mas o significado da obra de Marina Abramovic é inegável.
Todo o empenho e dedicação para fazer a exposição acontecer da melhor forma possível e o resultado impressionante que isso gerou fazem do trabalho de Marina extraordinário. Quanta preparação e amor ela exigiu de si mesma para conseguir realizar a proeza de estar presente todos os dias naquela sala? Absurdo. E aquele cara que se sentou 21 vezes e até tatuou o número? As pessoas conseguiram sentir a emoção e serem tocadas de verdade pela experiência. E cada uma dá a isso sua interpretação pessoal. Então, não que importe. Mas meio que importa. Para mim, com certeza é arte.
Ainda não sei se gostei ou não gostei desse documentário, mas sei que fiquei impressionada. É a primeira vez que tenho contato com essa dança artística meio performática então foi tudo novo pra mim. Fiquei buscando significado pros movimentos e composições e achei a interpretação muito difícil. Sinceramente, acho que a maior parte tem a ver com sexo ????? Pelo menos aquela do início com o vestido vermelho com certeza tem algo a ver. E a do final com o pessoal dançando em linha reta em cima de um lugar alto.
Acho que as danças são muito expressivas e em determinados momentos até desconfortáveis. Parece muito pessoal e intimista. Como em algumas interações entre dois dançarinos, onde a cena alcança um patamar de "realidade" e sentimentos superior a de um filme até. Fiquei me sentindo esquisita por estar observando, como se fosse uma intrusa kkkkk
Também gostei bastante dos cenários e das performances ao ar livre. Pra ser honesta, nas cenas em que apareceram na cidade eu prestei mais atenção naquele metrô suspenso do que na coreografia. Meu deus que lindo, nunca tinha visto um metrô suspenso. Roubou completamente a cena.
Para essa atividade, seguimos as instruções passadas durante a aula para realizar um desenho.
As instruções foram interpretadas de diversas maneiras por cada um dos alunos, gerando resultados diversos.
Para essa última versão do Cartaz Animado eu fiz uma pequena alteração na transição do ruído colorido, que agora acompanha o movimento dos objetos conforme sugerido pelo Sandro e pelo Dudu.
Abaixo a comparação entre as três versões:
Na ordem: 2,1 e 3
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