Nicolle Salgado

Arquitetura e Urbanismo

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Eu adorei a maneira de pensar que as arquitetas apresentaram, com uma abordagem centrada na pessoa e nas necessidades reais e das soluções diretamente ligadas a isso, que reflitam a personalidade e se adequem ao cotidiano. Parece um pouco com design thinking, outra disciplina que gostei muito. Então, durante a dinâmica, esse foi um dos pontos que mais se destacaram na minha cabeça. 
O apartamento onde moro já veio com os móveis planejados pela construtora (os armários do quarto, da cozinha, as bancadas e etc) e meus pais gostaram no início, porque armário costuma ser caro, então pelo valor valia a pena. Mas com o tempo nós percebemos como a estrutura do espaço fica rígida e não dá pra mudar nada porque foi tudo planejado, montado e fixado. Meu quarto é apertado e estreito e eu não sinto como se fosse meu espaço. Improvisamos um lugar para colocar meus livros com ninchos nas paredes e o resto deles fica no guarda-roupa. Queria muito ter espaço para uma estante. Também preciso enfiar meu teclado no armário na vertical, porque não tem largura pra ele na horizontal, mas puts que nervoso isso me dá.
Minha sorte é que pelo menos as paredes podem ser pintadas, então escolhi a cor azul pro meu quarto e gosto muito dela. Mas no geral, eu não escolhi mais nada. Só organizo minhas coisas no que já existia e isso me incomoda. 
Outra coisa que notei durante a dinâmica são as gambiarras kjjkkk Especialmente quando deitei no chão, porque logo na luz do meu quarto já tem gambiarra (tivemos que abrir um buraco pra instalar outra luminária ao lado da luminária que já tinha porque ela era fraca demais e por algum motivo não dava pra trocar ????? ) Tem muita gambiarra aqui e eu acho que seria melhor se o espaço fosse menos padronizado. Lembro que no livro do Hertzberger tem algo sobre isso, de convidar as pessoas a transformarem seu espaço e acho que essa liberdade deveria ser mais considerada. A casa é um espaço muito pessoal e é até estressante ter que viver num ambiente que você desgosta.



Eu realmente adoro a palavra arte porque ela parece significar muito e ao mesmo tempo não quer dizer nada. Adorei a cena em que Marina pergunta se alguém já questionou nas notícias "Isso é arte?" e momentos depois aparece um trecho do noticiário onde a repórter faz exatamente essa pergunta (interessante também que isso acontece depois da crítica ao clipe da Lady Gaga, que eu fiquei o documentário inteiro achando super parecida com a Marina. Coincidência? Acho que não).

Eu me peguei fazendo essa pergunta muitas vezes ao longo do documentário (e suspeito que também a fizeram todas aquelas 750 mil pessoas na exposição). No fim, não importa muito se é rotulado como arte ou não. Mas o significado da obra de Marina Abramovic é inegável. 

 Todo o empenho e dedicação para fazer a exposição acontecer da melhor forma possível e o resultado impressionante que isso gerou fazem do trabalho de Marina extraordinário. Quanta preparação e amor ela exigiu de si mesma para conseguir realizar a proeza de estar presente todos os dias naquela sala? Absurdo. E aquele cara que se sentou 21 vezes e até tatuou o número? As pessoas conseguiram sentir a emoção e serem tocadas de verdade pela experiência. E cada uma dá a isso sua interpretação pessoal. Então, não que importe. Mas meio que importa. Para mim, com certeza é arte.

 


Ainda não sei se gostei ou não gostei desse documentário, mas sei que fiquei impressionada. É a primeira vez que tenho contato com essa dança artística meio performática então foi tudo novo pra mim. Fiquei buscando significado pros movimentos e composições e achei a interpretação muito difícil. Sinceramente, acho que a maior parte tem a ver com sexo ????? Pelo menos aquela do início com o vestido vermelho com certeza tem algo a ver. E a do final com o pessoal dançando em linha reta em cima de um lugar alto. 

Acho que as danças são muito expressivas e em determinados momentos até desconfortáveis. Parece muito pessoal e intimista. Como em algumas interações entre dois dançarinos, onde a cena alcança um patamar de "realidade" e sentimentos superior a de um filme até. Fiquei me sentindo esquisita por estar observando, como se fosse uma intrusa kkkkk

Também gostei bastante dos cenários e das performances ao ar livre. Pra ser honesta, nas cenas em que apareceram na cidade eu prestei mais atenção naquele metrô suspenso do que na coreografia. Meu deus que lindo, nunca tinha visto um metrô suspenso. Roubou completamente a cena.

 Para essa atividade, seguimos as instruções passadas durante a aula para realizar um desenho.

As instruções foram interpretadas de diversas maneiras por cada um dos alunos, gerando resultados diversos.



 


Para essa última versão do Cartaz Animado eu fiz uma pequena alteração na transição do ruído colorido, que agora acompanha o movimento dos objetos conforme sugerido pelo Sandro e pelo Dudu.

Abaixo a comparação entre as três versões:

Na ordem: 2,1 e 3


                    

    


Nessa segunda versão do Cartaz Animado eu mantive a primeira parte com os ruídos da tv e tentei extender esse aspecto para a segunda parte também. Durante a aula, o Sandro me perguntou se eu já havia visto uma televisão antiga com esses chapiscos e a única da qual eu me lembrava era a da minha avó, que eu e meus primos usávamos para jogar aqueles videogames antigos.

Então, eu incorporei isso ao cartaz e fiz a segunda parte se parecer com a tela inicial de um videogame antigo. A parte mais complicada foi fazer o bonequinho se parecer um pouco com o Flusser (tive que pintar os frames de um Mario de pixel para parecer velho). Ele está sendo perseguido por objetos, uma óbvia referência ao texto Animação Cultural que lemos na aula.

Fazendo uma viajada legal no cartaz, acho que pode ter algum significado metafórico. Todos aqueles pensamentos quase conspiracionistas do Flusser sobre sermos controlados pela Imagem e etc se manifestam aqui de forma contraditória, com ele sendo personagem de um videogame. Ainda por cima, preso dentro da televisão. Quem te controla agora, Flusser?






 

Cartaz em gif para o evento fictício "Diálogos com Flusser".

Gif animado feito no photoshop.

Eu escolhi começar com uma imagem de tv como referência ao vídeo que assistimos onde ele fala sobre imagens televisivas. Tentei deixar meio vintage com as luzinhas piscando e até a imagem da tv falhando remete a coisas antigas. Acho que ficou um pouco parecido com a estética do video show kkkkkkkk O gif ficou rápido e é difícil ler as informações. Talvez eu mude isso na segunda rodada. No entanto, num contexto de mídias sociais, como no instagram, se o usuário ficar pausando para conseguir ler o vídeo nos stories, ele gasta mais tempo ali e isso dá mais engajamento pro perfil kkkkkkkkkk Tudo estratégico aqui.

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SOBRE MIM

Olá! Meu nome é Nicolle Salgado, tenho 18 anos e moro em BH. Gosto muito da parte artística e criativa que envolve a arquitetura e esse foi um dos motivos para eu escolher o curso. Também faço desenhos e pinturas como hobbie.

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